Como evitar o rompimento da correia transportadora: causas e soluções

Índice
  1. Parte I: Principais causas de rupturas nas correias de transportadores de correia
  2. Parte II: Medidas para prevenir e controlar rasgos em correias transportadoras
  3. Conclusão e Recomendações

O papel das esteiras transportadoras na indústria de grãos

As esteiras transportadoras são equipamentos indispensáveis na indústria de grãos. Com o avanço da industrialização na China, a indústria de grãos cresceu rapidamente, e as esteiras transportadoras desempenharam um papel fundamental nesse crescimento. Elas não apenas reduzem a mão de obra, como também aumentam a eficiência operacional. No entanto, o componente de um transportador de correia mais propenso a falhas é a própria ‘correia’. Sob a tensão de um trabalho de alta intensidade e operação prolongada, a correia está sujeita a rompimentos, afetando assim a eficiência geral da produção da empresa de grãos. Além disso, outras causas de danos à correia incluem perfurações por objetos estranhos, mau funcionamento do equipamento e erros operacionais.

Parte I: Principais causas de rupturas nas correias de transportadores de correia

A correia: o elo mais fraco de uma esteira transportadora

De modo geral, a correia é, de fato, a parte mais vulnerável de um transportador de correia, ao mesmo tempo em que suporta a maior carga de tensão. Durante a operação, a correia deve suportar não apenas forças externas, mas também forças de tração internas. À medida que as empresas de processamento de grãos se expandem e as cargas de trabalho aumentam, os transportadores de correia — como equipamentos essenciais — ficam sujeitos a falhas sob essas pressões multifacetadas.

Três tipos comuns de rupturas na correia

Existem três tipos comuns de rasgos em correias: rasgos transversais e rasgos longitudinais. Há também um caso raro conhecido como ruptura do cordão de aço. Embora a ruptura do cordão de aço seja incomum, ela também é classificada como um tipo de rasgo na correia.

1.1 Causas de rasgos transversais na correia

Como ocorrem as rupturas transversais

A principal causa das rupturas transversais é o desalinhamento da correia. Quando a correia transportadora fica desalinhada, são geradas forças laterais durante a operação. Por exemplo, durante o carregamento ou descarregamento de grãos, a correia pode ficar presa, fazendo com que se desloque em direção ao lado de carregamento ou descarregamento.

O desalinhamento leva a uma distribuição desigual da tensão

Quando a correia se desvia, sua trajetória se afasta do centro da estrutura do transportador, resultando em uma distribuição desigual da tensão. Quando as forças de tração laterais são desiguais, a correia se rompe, afetando assim o desempenho operacional do transportador.

As rupturas laterais podem ser detectadas antecipadamente

A boa notícia é que há um intervalo de tempo considerável entre o momento em que a correia começa a se desviar e a ocorrência efetiva de um rasgo lateral. Os operadores têm tempo suficiente para detectar o desalinhamento da correia e fazer as correções necessárias em tempo hábil, evitando assim, de forma eficaz, que ocorra um rasgo lateral.

1.2 Causas do rasgo longitudinal da correia

O rompimento longitudinal é mais comum

Em comparação com o rasgo lateral, o rasgo longitudinal é mais comum. Durante a operação, objetos pontiagudos podem causar danos contínuos à correia, levando, eventualmente, a perfurações.

Objetos pontiagudos misturados ao grão são a principal causa

Nas operações de processamento de grãos, objetos pontiagudos (como fragmentos de metal ou pedras duras) às vezes são misturados inadvertidamente aos grãos pelos funcionários. Esses objetos pontiagudos prejudicam gravemente o desempenho da esteira transportadora, causando rasgos longitudinais.

1.3 Causas da ruptura dos cabos de aço

A ruptura do cabo de aço é rara

A ruptura do cabo de aço ocorre apenas em casos muito raros, com duas causas principais.

Causa 1: Baixa qualidade da própria correia

A primeira causa é um problema de qualidade da própria correia. Durante a operação, o próprio grão causa desgaste contínuo na correia. Quando o grau de desgaste atinge o ponto de ruptura da correia, ela se rompe.

Causa 2: Ruptura causada por impacto após a exposição do cordão de aço

A segunda causa é a fratura do núcleo de aço dentro da correia. O núcleo de aço é o componente central de toda a correia; pode ser entendido como o ‘osso’, enquanto a superfície da correia é a ‘pele’. Durante a operação, o núcleo de aço fica exposto à medida que a superfície da correia se desgasta. Quando materiais de grande porte atingem o núcleo de aço exposto, ele se fratura.

Máquinas industriais classificam datas em uma linha de produção em uma fábrica.

Parte II: Medidas para prevenir e controlar rasgos em correias transportadoras

A prevenção e o controle devem começar pela própria correia

Rachaduras na correia — sejam elas transversais, longitudinais ou rupturas nos cabos de aço — são problemas decorrentes da própria correia. Portanto, medidas preventivas eficazes devem, naturalmente, começar pela própria correia.

O trabalho de inspeção pode ser realizado em duas áreas

De acordo com dados de órgãos de inspeção competentes, a inspeção da correia pode ser abordada sob dois ângulos: em primeiro lugar, o monitoramento das condições de tensão e variações da correia; em segundo lugar, o monitoramento das alterações na largura da correia.

2.1 Monitoramento das condições de tensão e variações da correia

As variações na tensão são um indicador fundamental de ruptura

A análise dos rasgos transversais revela que as alterações nos pontos de tensão da correia são um fator determinante para a ocorrência de rasgos. Como as correias transportadoras são de vital importância para os transportadores de correia e para as empresas de processamento de grãos, qualquer rasgo afetará diretamente o estado operacional do transportador de correia e a eficiência da empresa de processamento de grãos.

Uso de sensores para monitorar condições de tensão

Portanto, a prevenção e o controle do rompimento da correia são essenciais. Os técnicos podem instalar sensores nos roletes da correia para monitorar as condições de tensão da correia.

Os sensores podem detectar anomalias em tempo hábil

Com base nos dados fornecidos pelos sensores, é possível monitorar o estado de tensão da correia a todo momento. Caso ocorra uma alteração significativa no estado de tensão da correia, a equipe pode ser alertada imediatamente e realizar reparos ou substituições em tempo hábil.

2.2 Monitoramento das variações na largura da correia

Alterações na largura da correia também podem causar rasgos

As variações na largura da correia são outro fator que contribui para o rompimento da correia. Consequentemente, o monitoramento da largura da correia é de grande importância.

Utilização da tecnologia ultrassônica para monitorar a largura da correia

Tecnologias avançadas, como o teste ultrassônico, podem ser utilizadas para monitorar alterações na largura da correia. O teste ultrassônico oferece a vantagem de não ser afetado pela presença de rasgos, permitindo uma avaliação abrangente da qualidade tanto interna quanto externa da correia.

O ensaio ultrassônico é altamente eficiente

Os testes ultrassônicos permitem a identificação rápida e precisa de problemas de qualidade nas correias, possibilitando a adoção de medidas preventivas em tempo hábil. Isso melhora efetivamente o desempenho operacional das correias transportadoras e a eficiência geral das empresas de processamento de grãos.

Conclusão e Recomendações

As correias transportadoras apresentam bom desempenho durante a operação normal

Com base em observações feitas em transportadores de correia, as empresas de processamento de grãos avaliaram seu desempenho como excelente em condições normais de operação. No entanto, caso surjam quaisquer problemas com a correia transportadora, as perdas e o impacto resultantes são consideráveis.

A importância da inspeção das correias e das medidas preventivas

Portanto, para melhorar efetivamente a eficiência operacional nas instalações de processamento de grãos e o desempenho das correias transportadoras, é essencial realizar inspeções e implementar medidas preventivas contra o rompimento das correias. Somente assim será possível evitar os efeitos adversos do rompimento das correias nas correias transportadoras, garantindo seu funcionamento estável e de longo prazo.

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